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Entendendo a via glicolítica

  • Foto do escritor: Fundamentos do Metabolismo
    Fundamentos do Metabolismo
  • 18 de fev. de 2025
  • 1 min de leitura

Representação da via glicolítica
Representação da via glicolítica

A maior parte da energia para a fosforilação (montagem) da molécula de ATP vem do processo de oxidação da glicose, dos ácidos-graxos e dos amonoácidos.


O termo oxidação vem da bioquímica. Você está lembrado? Quando uma molécula ganha elétrons, dizemos que ela foi reduzida. Quando ela perde (doa) elétrons, dizemos que ela foi oxidada. No caso do metabolismo, esse processo envolve principalmente receber ou doar elétrons por meio do recebimento ou doação dos átomos de hidrogênio, que contêm 01 elétron e 01 próton.


Estes processos de oxidação/redução constituem o mecanismo do metabolismo energético. E, a partir daqui, vamos usar como sinônimo de oxidação a retirada dos átomos de hidrogênio das moléculas.


Resumidamente, a glicólise (ou via glicolítica) é o nome dado ao processo de oxidação da glicose. Ou seja, neste processo os átomos de hidrogênio da glicose são retirados. Conforme a glicose perde seus hidrogênios, ela vai se transformando em outras moléculas. Ao final da glicólise são formadas duas moléculas de piruvato, e a energia liberada no processo é utilizada para fabricar dois ATPs.


A formação dos piruvatos encerra a glicólise. Mas o metabolismo pode continuar. Por exemplo, se houver oxigênio suficiente, o piruvato entra na mitocôndria e forma Acetil-CoA. Essa é a via aeróbia de metabolização. Se o oxigênio for insuficiente, o piruvato será convertido em lactado, e será enviado ao fígado para um processo chamado gliconeogênese (fabricação de nova glicose).

 
 
 

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